quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pavê de Beijinho e Brigadeiro


Ingredientes:

1 pacote de biscoito tipo champanhe
Raspas de chocolate branco e ao leite para decorar
Beijinho
1 xícara de leite condensado
1 colher de margarina
¹/² xícara de coco ralado

Brigadeiro:
1 xícara de leite condensado
1 colher de margarina
5 colheres de chocolate em pó

Modo de preparo:

Beijinho
1- Em uma panela, leve ao fogo médio, o leite condensado, a margarina e o coco ralado, mexendo por 5 minutos ou até que esteja firme. Reserve.
Brigadeiro:
1- Em uma panela, leve ao fogo médio o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó, mexendo até que fique firme. Reserve.
Montagem:
1- Em um refratário pequeno, coloque metade dos biscoitos, distribua o beijinho, o restante dos biscoitos e cubra com o brigadeiro
2- Leve à geladeira por 3 horas
3- Decore com raspas de chocolate branco e ao leite e sirva
Tempo de preparo: 30 minutos

Homens ou mulheres, quais são os mais fofoqueiros ?


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Ah a fofoca! Um dos costumes mais antigos que acompanha a trajetória da humanidade, erroneamente difundida como uma característica peculiar e exclusiva do sexo feminino.
fofoca (2)Todavia, uma pesquisa realizada há algum tempo na Inglaterra, atesta que os homens desprendem mais do seu tempo para falar da vida alheia do que as representantes do sexo frágil, sendo que eles perdem 76 minutos diários falando sobre amenidades com colegas de trabalho, enquanto as mulheres, só 52 minutos.
Apesar de “fofocarem” mais que as mulheres, no trabalho os homens costumam falar sobre incidentes envolvendo a bebedeira de amigos, relembrar tempos de escola e comentar sobre as mulheres mas bonitas do trabalho.
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Em contrapartida a pesquisa revela que as “fifis” de plantão são mais ferinas em seus tititis, já que os assuntos preferidos delas são, criticar outras mulheres, falar da vida sexual de conhecidos e principalmente comentar sobre o peso das amigas, além disso a pesquisa realizada pelo Instituto OnePoll (Grã-Bretanha) revelou que cerca de 58% dos homens acredita que as fofocas os deixam mais enturmados e 31% gostam mais de fofocar com a parceira do que fazer sexo.
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O verbo fofocar é oriundo de um outro verbo, o mexericar, que se traduz a grosso modo em falar mal dos outros e que deriva do forte odor da fruta, pois quem come mexerica não tem como negar, historicamente, falar sobre a vida alheia é uma prática bastante antiga, os homens da pré-história buscavam informações acerca da vida de outras pessoas para saber de suas fraquezas, seus medos, o que sabiam fazer, seus desejos e outros.
Segundo o psicólogo Adriano Holanda, o estudo derruba um paradigma, pois segundo ele todas as pessoas fofocam: “Fofoca revela uma particularidade da natureza humana. A gente precisa conversar, a gente precisa estar em contato com as outras pessoas”, afirma.
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O que separa o real do virtual ?


Nos últimos tempos tem sido difícil separar o que é real do que até então era apenas um sonho futurístico. Com o avanço da tecnologia somos surpreendidos, todos os dias, com uma nova invenção nada comum ou esperada.
Daqui a pouco tempo teremos dificuldades em distinguir a realidade do virtual, já que tudo a nossa volta tem se transformado e ganhado novas dimensões.
Como você imagina que será o futuro?
Se voltássemos ao tempo assustaríamos com tudo o que temos e vivemos hoje. Jamais imaginaríamos um mundo assim e também não nos preocupávamos em saber como ele iria ficar. Quando éramos crianças as nossas preocupações se resumiam em brincar e aproveitar todos os momentos.
O passado de muitos pode ter sido marcado por muita dificuldade e problemas, mas com certeza foi um tempo melhor de se viver, onde não havia tanta violência, estresse, cobranças, maldades…
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Se ao menos as pessoas acompanhassem essa evolução de uma forma diferente, mas o fato é que na medida em que tudo ao nosso redor se modifica, nós também somos modificados, e assim, temos ficado mais insensíveis, passando a dar valor a coisas diferentes. As famílias nem sempre recebem a importância de antes na vida das pessoas, o romantismo, o cuidado com o próximo… E tudo o que muitos de nós fazemos é simplesmente aceitar todas as mudanças porque esse é o futuro. E ninguém quer ficar pra trás…

Segundo estudo facebook deixa pessoas tristes



Pesquisadores do Departamento de Ciência Comportamental da Universidade de Utah Valley, EUA, constataram que usuários regulares do Facebook tendem a ser um pouco mais tristes que os não usuários. 
E a razão por trás dessa tristeza toda seria a inveja. Por ser uma aplicação onde os usuários publicam "tudo" sobre suas vidas, muitos não gostam do que veem.

Intitulado “Eles são mais felizes e têm uma vida melhor que a minha: O impacto do uso do Facebook na percepção da vida dos outros” (They Are Happier and Having Better Lives than I Am’: The Impact of Using Facebook on Perceptions of Others’ Lives), foi realizado com 425 universitários sobre suas vidas, a vida de amigos, conhecidos e estranhos. Eles também foram questionados sobre hábitos de uso do Facebook, como frequência, tempo gasto e atividades realizadas na rede social. E concluíu-se que a maioria era propensa a pensar que outras pessoas eram mais felizes que eles e aqueles que usam o Facebook com mais frequência tinham mais chances de acreditar que a vida era injusta.

Segundo o levantamento, o usuário que passa muito tempo no Facebook é mais suscetível a ter a impressão que a vida dos outro é melhor que a dele.

Os estudantes que utilizam bastante o Facebook afirmaram que os amigos são mais felizes e não concordaram tanto com a ideia de que a vida é justa.

Em outro grupo de pesquisa, o dos usuários que gastam mais tempo no Facebook por semana, a conclusão foi a mesma: eles concordaram com a afirmação de que os outros eram muitos mais felizes e que tinham vidas melhores.

Por outro lado, pessoas que gastam menos tempo utilizando o Facebook e mais tempo em “socialização real” com os amigos tendem a ser mais felizes que usuários frequentes da rede social.
Alguns pesquisadores, contudo, discordam dos resultados e alegam que a rede de Mark Zuckerberg não cria nenhuma percepção da vida de ninguém. Enquanto as pessoas tendem a postar fotos e status alegres de férias fora do país, poucos vão postar fotos do valor da prestação da dívida para fazer a tal viagem.

A pesquisa, feita pelos sociólogos Hui-Tzu Grace Chou e Nicholas Edge foi divulgado nesta terça-feira (24) em uma revista acadêmica sobre comportamento.

Funciona mais ou menos assim, quanto mais tempo fora da rede social, mais feliz é a pessoa, porque ela tem possibilidade de, depois, publicar fotos e vídeos de passeios que efetivamente fizeram. Dessa forma, deixando os outros infelizes.

A sabedoria popular de frases de caminhão continua valendo:

  • A inveja é uma m... (principalmente para os invejosos). 
  • Quem vê a cerveja que eu tomo não sabe dos tombos que eu levo. Etc.

Os mistérios do origami


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O famoso Origami nada mais é que a arte de criar representações de seres e objetos a partir de dobraduras feitas em papel de forma geométrica sem cortes ou colagens.
A prática que tem origem no Japão, utiliza-se de um número pequeno de diferentes dobras, porém estas podem ser combinadas de várias maneiras, a fim de construir desenhos mais trabalhados, geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel. Ao contrário da crença popular, o origami tradicional japonês, que é praticado desde o Período Edo (1603 - 1897), frequentemente foi menos rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras formas de papel que não a quadrada (retangular, circular, etc.).
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“Reza a lenda” que o indivíduo que criar 1000 origamis da garça de papel japonesa terá um desejo realizado, crença que foi disseminada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.
História:
Com o passar dos anos a tecnologia e métodos de fazer papel foram avançando, tornando-o mais acessível às classes menos favorecidas, ainda assim as pessoas menos abastadas se esforçavam em não desperdiçar, guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel e usavam-nas nos seus modelos de origami.
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Durante muito tempo não existiram instruções para a confecção de origamis, pois o conhecimento era passado de geração para geração de forma verbal, contudo, em 1797 foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções origami para criar um pássaro sagrado da Índia, entretanto, a prática tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.
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Em meados de 1845 a arte teve outro livro publicado (Kan no mado), que continha uma cerca de 150 modelos, este livro introduzia o modelo do sapo, muito conhecido hoje em dia.
A partir dessa publicação o Origami acabou se tornando uma atividade recreativa no Japão.
Segundo a história, Os Mouros também adotaram a prática para a criação de figuras geométricas, já que era proibido por sua religião criar formas animais.
A divisão do Origami:
Por volta de 1950 a arte sofreu modificações devido ao trabalho de Akira Yoshizawa, foi ele quem teve a idéia de dobragem criativa (Sasaku Origami) e criou um conjunto de métodos que revolucionaram a prática, permitindo assim a criação de uma série de animais, porém, ainda precisava de duas partes de papel para conseguir animais de quatro patas, o que só viria a ser ultrapassado com a invenção das Bases Blintzed em meados da década de 1950 por outros entusiastas, particularmente o norte-americano George Rhoades.
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